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“Foi um grito de liberdade. Respeita”, diz Formiga ao relembrar protesto contra homofobia no futebol

  • Geral
  • julho 9, 2025

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Formiga foi muito além das quatro linhas. Em entrevista ao Andreoli Modo On, videocast apresentado por Felipe Andreoli com patrocínio da Superbet e transmissão pelo app Kwai, a jogadora mais longeva da história da seleção brasileira feminina compartilhou relatos marcantes sobre sua trajetória no esporte com conquistas históricas, protestos simbólicos e batalhas contra o preconceito.

No podcast de Felipe Andreoli, com patrocínio da Superbet, ícone da seleção brasileira feminina fala sobre machismo, racismo, homofobia e as cicatrizes que carrega por ter resistido e vencido (Foto: Caroline Cristina /Andreoli Modo On)

Com 27 anos de convocação, Formiga se aposentou da seleção após as Olimpíadas de Tóquio, em 2021. É a única atleta, entre homens e mulheres, a disputar sete Copas do Mundo e sete Olimpíadas, com duas medalhas de prata (Atenas 2004 e Pequim 2008). Um dos trechos mais fortes da entrevista relembra um caso de homofobia institucional, quando ouviu de um dirigente que “mulher de cabelo curto e sapatão não jogava”. Em resposta, raspou a cabeça: “Foi um grito de liberdade. Respeita”.

O ato foi um marco pessoal e coletivo em um cenário ainda repleto de barreiras para as mulheres no futebol. Para ela, o preconceito se mantém presente, ainda que de forma silenciosa: “Hoje em dia existe mais respeito, mas também mais medo de ser cancelado. O preconceito está mais monitorado, mas ainda está lá. A gente sente.”

Durante a entrevista, Formiga expôs o abismo estrutural entre o futebol masculino e o feminino: caneleiras feitas de papelão, chuteiras furadas herdadas dos homens, ausência de academias adequadas e número limitado de uniformes — o que impedia até mesmo a tradicional troca de camisas entre seleções. “Às vezes, a jogadora reserva precisava entrar com a chuteira da colega titular. Era assim na seleção brasileira”, recorda.

Sobre a possibilidade de integrar a comissão técnica da seleção, é direta: “Se for só para botar minha imagem e sair bem na foto, não me serve. Quero ser útil, ajudar de verdade”. Segundo ela, tudo depende de quem estiver no comando da confederação.

Fonte: “Foi um grito de liberdade. Respeita”, diz Formiga ao relembrar protesto contra homofobia no futebol – BNLData

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